Pedra Branca - Feijoada Polifônica

Pedra Branca e o manifesto musical. O segundo
álbum do grupo Pedra Branca, Feijoada Polifônica,
é a continuação do trabalho que conquistou
admiradores por todo o Brasil e tem ganhado cada vez mais reconhecimento
internacional. Desde a sua origem, em 2001, procuram inovar,
sem perder a idéia do experimental, fugindo do pré-determinado.
Oficialmente, o lançamento mundial será no Boom
Festival, em Portugal, que acontecerá entre os dias 3
e 9 de agosto. O nome Feijoada Polifônica expressa a idéia
de misturar sons de um jeito bem próprio. “Tocamos
ritmos e melodias brasileiros em instrumentos do mundo todo”,
afirmam. Ao som do didgeridoo, do sitar, do samissen, do caxixi,
da tabla, do djembe, do elephant sonoro, da viola oriental (criada
pelo próprio integrante Sallun), do pandeiro, do berimbau,
das congas, da cuica, do jaw harp e de outros instrumentos que
marcam as apresentações da banda, os músicos
expressam a multiplicidade do Brasil por meio de cadencias recorrentes
na cultura nacional. As novas 14 músicas alcançam
uma exploração maior dos instrumentos de forma
digital, com mais efeitos, e mantém a organicidade étnica,
diferencial característico do grupo. A consciência
do sentimento de brasilidade se dá por meio de falas
politizadas, retiradas de filmes, entrevistas e declarações,
reforçando as questões que permeiam a nossa história
e realidade. Como de costume, o Pedra Branca tem participações
especiais, tanto nas apresentações ao vivo, quanto
na gravação. Dessa vez, Luciano Sallun e Aquiles
Ghirelli foram acompanhados por João Ciriaco (pick-ups/
udu), Breno Gradel (percussão), Daniel Porto Rico (percussão),
Marcelo Monteiro (sax/flauta), André Calixto (sax/flauta),
Ana Eliza (percussão), Sandoval Junior Paixão
(contrabaixo), Tayna Azevedo (voz) e Rodrigo Baroni (programações
eletrônicas).